Histórias de uma portuga em movimento.
31
Out 05
publicado por parislasvegas, às 09:01link do post | comentar
Ainda a rebolar-me agarrada à barriga e com lágrimas nos olhos, aconselho-vos a darem uma saltada aqui para se matarem de riso.
Que grande ideia!!!Dedicado a todos os que nunca conseguiram entender a "Potugalidade", fica aqui um site com uma bela explicação da história e cultura portuguesa. Um exemplo de como rir é mesmo o melhor remédio (parece-me que não temos outro...).

publicado por parislasvegas, às 01:55link do post | comentar
Cavaleiro Andante
Gabriel o Pensador / Itaal Shur

Não me arrependo nem do que eu não fiz
não vou na onda desses imbecis
não tô na boca nem tô no nariz
quem fala muito não sabe o que diz

No meio do caminho pode ter uma pedra
mas no meio dessa pedra pode ter um caminho
a pedra no caminho pode ser um diamante
pode ser que ela me atrase, pode que eu me adiante
Toda pedra pode ser um diamante
todo dia pode ser um grande dia
toda noite pode ser aquela noite
aquela noite não foi mas também podia
Aprendi na poesia anestesiante
e na porrada sagrada de cada dia
que a gente pode e deve ser confiante
mas não pode dar mole nem quando a gente confia


Esqueceram um zero na minha conta
se der mole, vagabundo monta, o esquema é uma cama de gato
mas não vão me derrubar, não sou eu quem vai pagar o pato
não sou queijo pra engordar o rato
não fico de bobeira cafungando nessa ratoeira
quero ver quem vai dizer quem é ingrato
tô na dividida mas não entro de primeira
levei uma rasteira de quem sempre me tabelou comigo
antes só do que andar com esse tipo de amigo
malandro é malandro, mané é mané
mas quem faz pose de malandro é porque não é

Cavaleiro Andante! sempre tô de pé
pro que der e vier, vou do jeito que der
Cavaleiro Andante! aprendi bastante
que a cabeça não é só pra segurar o boné
Cavaleiro Andante! sempre tô de pé
pro que der e vier, vou do jeito que der
sei que a pedra no caminho pode ser um diamante
nem sempre o que parece é
sei que a corda arrebenta no lado mais fraco
sei que a vida é uma sinuca mas confio no meu taco
confio no meu taco, se liga, pela - saco
na mesa é na caçapa mas no campo é no buraco
ouvi dizer que se ficar o bicho come, se correr o bicho pega, mas a regra vai
mudar
se eu ficar o bicho some, se eu correr o bicho arrega
se eu quiser pegar o bicho ele se entrega, se eu pedir o bicho dá
se eu quiser que o bicho pegue aí o bicho vai pegar
a cobra vai fumar, o coro vai comer
o coro tá comendo então vai vendo, pode ver
eu já cantei a pedra pra você


Fui Pixote, sei andar na escuridão
enfrentar moinho, derrubar dragão
Cavaleiro Andante, sei andar sozinho
Dom Quixote não tem medo de alucinação
desde o saco do meu pai tô na batalha
não nasci pra ser esparro de canalha!

publicado por parislasvegas, às 01:31link do post | comentar
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Every now and then I get a little bit lonely and you're never coming round
Every now and then I get a little bit tired of listening to the sound of my tears
Every now and then I get a little bit nervous that the best of all the years have gone by
Every now and then I get a little bit terrified and then I see the look in your eyes


Every now and then I fall apart

Every now and then I fall apart

Every now and then I get a little bit restless and I dream of something wild
Every now and then I get a little bit helpless and I'm lying like a child in your arms
Every now and then I get a little bit angry and I know I've got to get out and cry
Every now and then I get a little bit terrified but then I see the look in your eyes

Every now and then I fall apart

Every now and then I fall apart

And I need you now tonight
And I need you more than ever
And if you only hold me tight
We'll be holding on forever

And we'll only be making it rightCause
we'll never be wrong together

We can take it to the end of the line

Your love is like a shadow on me all of the time

I don't know what to do and I'm always in the dark

We're living in a powder keg and giving off sparks


I really need you tonight

Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight


Once upon a time I was falling in love
But now I'm only falling apart
There's nothing I can do
A total eclipse of the heart


Once upon a time there was light in my life
But now there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart


Every now and then I know you'll never be the boy you always wanted to be

Every now then I know you'll always be the only boy who wanted me the way that I am

now and then I know there's no one in the universe as magical and wonderous as you

Every now and then I know there's nothing any better and there's nothing that I just wouldn't do


Every now and then I fall apart
Every now and then I fall apart

And I need you now tonight
And I need you more than ever
And if you'll only hold me tight
We'll be holding on forever
And we'll only be making it right
Cause we'll never be wrong togetherWe can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks


I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight

Once upon a time I was falling in love
But now I'm only falling apart
Nothing I can do
A total eclipse of the heart
Once upon a time there was light in my life
But now there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart


Ai, ai a piroseira das paixões....

28
Out 05
publicado por parislasvegas, às 06:30link do post | comentar
Não, afinal não sou assim tão fraquita!
Ainda bem que esta semana aconteceu assim, cheia de acontecimentos surrealmente estranhos. Foi difícil mas tudo se resolveu, como sempre. Há sempre solução para tudo (ou quase). Deixo aqui a promessa de que me vou deixar de queixar. Afinal de contas, não há razão nenhuma para isso, o facto de estar a passar uma fase complicada não pode tapar-me os olhos e distrair-me do facto de que sou uma mulher feliz. Vou parar de gastar energias onde não interessa e concentrar-me no meu objectivo interno: equilíbrio. E o resto é conversa!

publicado por parislasvegas, às 02:18link do post | comentar
Sexta-feira já chegou, o que quer dizer que os meus tormentos estão quase passados. Devo confessar que esta foi uma das piores semanas dos últimos 5 anos. Sobrevivi. É o que importa. Tenho muito veneno acumulado cá dentro que preciso de destilar. Este blogue não é o local para isso, nem eu tenho privilégios especiais que me permitam quebrar o sigilo profissional a que estou obrigada. Por isso fico-me por aqui. Ando a pensar em comprar um saquinho e umas luvas de boxe, acho que preciso...
Mas nem tudo são más notícias. Muito embora já não possa ir a Paris como tinha planeado (os serviços à República falam sempre mais alto), o meu Xano consegue vir cá (UIPI!). Vou tentar desligar os circuítos este fim-de-semana e curtir o meu amorzinho.
O nosso amigo Zé da Penalva tocou ontem numa das minhas preocupações: o dinheiro que gastamos cá fora. Também eu ouvi o meu Chefe a anunciar cortes no pessoal e no orçamento. Eu tenho a experiência que tenho, e só posso falar do caso que conheço. Aqui não se gasta um tostão mal gasto e as contas são revistas ao cêntimo. Não andamos a brincar.O pessoal aqui faz horas extraordinárias todos os dias, sem qualquer pagamento. Funcionamos com menos três pessoas do que devíamos e se nos cortam algum contrato vamos ser forçados a fechar. Ou a funcionar muito mal, como aliás, parece ser apanágio deste tipo de serviços. Nem sei porque estou aqui com este tipo de conversas, quando me faltam 30 dais para sair e quando parece que quem teria obrigação profissional e moral de se preocupar com este tipo de coisas se está borrifando, mas no fundo estou preocupada com as pessoas que têm trabalhado comigo todos estes anos, num esforço de puro amor a um país que nem sequer é o deles, e que agora de uma hora para a hora podem ficar sem emprego. Lá estou eu outra vez a preocupar-me com o que não me diz respeito...

21
Out 05
publicado por parislasvegas, às 07:57link do post | comentar
Cá ando a tentar sobreviver, meia imersa num mar de burocracia, papéis por todo o lado, reuniões aos magotes e etc. Não tenho muito tempo pra andar a navegar no ciber espaço. Aviso já que esta posta vai ser curta e grossa, porque isto agora anda assim. Não há nada a fazer. Aviso que é pra me darem o desconto, não sei se estão a ver...
Não posso dizer que ande propriamente mal-disposta, mas também não ando na minha forma habitual de ter capacidade para brincar com esta merda. Entenda-se por "esta merda" o mundo em geral e a vida em particular.
Com a ida do Xano para Paris, não perdi apenas a presença da minha cara metade (física, entenda-se. Meu amor: estás sempre comigo. No calor do leito etc blá blá - lembras-te?), perdi, também o meu colega de trabalho, que comigo e o grande-chefe, suportava o fardo de tentar lutar contra tudo e contra todos e conseguir o impossível: pôr um serviço público a funcionar bem.
Agora somos só dois, e devo dizer que isto não está fácil para ninguém. Isto só acontece quando se leva o trabalho a sério, bem sei. Mas o que é que vocês querem?não consigo ser de outra maneira.
Entretanto e passadas umas tantas cargas de nervos (o que se passa por aí? toda a gente cagou no mundo em geral foi?) provocadas pela inércia da máquina, sento-me agora (já fora do horário de trabalho) a tentar pôr alguma ordem no meu cérebro. Graças a Deus vem aí o fim-de-semana, mas olhando de relance para a minha pasta, percebo que vai ser tudo menos tranquilo - quilos de papel, meus amigos, quilos!Eu mereço.
O programa deste fim-de-semana é perfeito para o casal Tina e Xano. Enquanto Xano se desunha para encontrar uma casa que lhe permita abandonar os 6 m3 de quarto manhoso de hotel em que se encontra, Tina tem agendada uma ida ao hospital para se vacinar contra a gripe (a situação aqui começa a ser preocupante - a sério. Não me bastou andar quatro anos a levar com os bafos de chernobyl, ainda me arrisco a apanhar uma carraspana mortal. Fixe!) e uns cinco relatórios para escrever até segunda-feira.O que vale mesmo são os 2.600 quilómetros de distância, ao menos não ficamos com pena de não ter tempo para namorar.
E para quem pensa que o meu Xano anda de férias por lá, informo que o homem pegou no batente assim que lá chegou e se encontra em pleno exercício das suas novas funções.
Saquei a minha psique cansada à depressão à conta de um sobretudo lindinho Byblos (era a única marca que tinha o 32, amor, não tenho culpa, bem andei à procura de mais baratucho...), dois chapéus de vison e umas camisolinhas cheias de pinta. Cada um faz o que pode.À falta de prozac, foi o que se arranjou.

publicado por parislasvegas, às 02:55link do post | comentar
Que alguém me disser que na função pública não se faz nenhum, leva uma cuspidela nos olhos. Próxima vez que me vierem com a conversa do "tás deprimida porque não consegues é viver sózinha" levam outra cuspidela nos olhos.Vamos lá a ver se malta se entende:
Gosto do muito do meu Xano e, realmente, porra, custa-me viver sem o meu querido e dormir sózinha.Algum mal nisso, carago? Uma gaja não pode ser casada e estar apaixonada pelo marido, porra?As conversas de gaja-independente-toda-em-cima e etc, servem mais pra solteironas do que outra coisa (chiiiiii o meu mau feitio...) e eu não tenho vergonha em dizer que amo a pessoa que vive comigo e pronto.
O pior é que não é isso (só) que me anda a lixar a cabeça e a por-me a disposição em ponto canídeo. É, simplesmente, e novamente NÃO TER TEMPO PARA NADA. Com mil coisas a tratar e nem mal tenho tempo para comer. Saio todos os dias da xafarica aflita de xixi, porque nem sequer tempo pra ir à casa de banho tenho. SOCORRO.
Para elém disso, esta merda não é o sítio mais fácil do mundo, nem o mais agradável, mas pronto não é? É aquela conversa do "do que é que te queixas e blá blá blá". Já toda a gente deve ter percebido que não ando a falar dos leitores habituais aqui do blogue. O que mais me irrita é que as pessoas que se me põem a cagar este tipo de sentenças nunca estiveram num país difícil e nunca trabalharam mais do que 6 horas diárias e mais a mais só me falam do raio do salário. "Blá blá, mas ganhas bem". Bardamerda, é o que eu tenho a dizer a estes comentários. Bar-da-mer-da. Os mercenários militares ganham mais do que eu e eu não lhes invejo a vida de caca que têm. É certo que tive a sorte de escolher e de trabalhar naquilo que gosto e é certo que esta é apenas uma fase passageira em que estou a ter mais dificuldades e que vai passar rapidamente. JURO que não tenho andado por aí a queixar-me.
Por isso me cai ainda pior ter gente que nunca se lembrou do meu número de telefone estes anos todos, para me ligarem agora com a conversa de xaxa do "coitadinha, pois, andas deprimida, aí sózinha, pois, mas ganhas bem, vês, e isso não pode ser assim tão mau, não é, blá,blá,blá". A GOZAREM-ME pá, isto só pode ser a gozarem-me e a congratularem-se secretamente, pensando que eu ando aqui a choramingar todos dos dias.
Não, não ando a choramingar, não ando perdida e dispenso os "falsos preocupados", obrigado. Cuspidela no olho, meu irmão, cuspidela no olho!
Quando aos meus verdadeiros amigos e à minha família: obrigado por me terem ligado, obrigado por se preocuparem comigo. Não se enervem, esta posta é apenas mau feitio em estado puro, ainda não destilado. Eu estou bem, obrigado. A trabalhar de mais, mas bem.Quanto a isso não há nada a fazer enquanto não nos forem enviados reforços. O castigo não cai apenas sobre os meus ombros, andamos todos a sofrer e a fazer de burros de carga.

19
Out 05
publicado por parislasvegas, às 05:35link do post | comentar
Já chegou a Paris!

18
Out 05
publicado por parislasvegas, às 04:59link do post | comentar
Mergulhei de cabeça na vida real de Kiev, desde que me mudei para a nova casa. Estou numa das ruas centrais. À minha frente, o centro comercial mais caro da cidade: Monblanc, Gucci, Versace - you name it! Jipes, Hummers, Mercedes e BMs estacionados à porta com grande pompa.Loiras plásticas vestidas e arreadas com o dobro do meu ordenado mensal, entram e saem alegremente carregadas de sacos.Indiferentes à miséria. Afinal, a miséria vive do outro lado da rua, basta não girar a cabeça, que isso só agrava as rugas do pescoço.
No meu prédio vive uma senhora, desdentada, sozinha, suja e desleixada. Fabrica vodka caseiro (e ilegal) em casa, durante a noite (o pifo hoje era de tal ordem que mal consegui pregar olho), para começar a venda cerca das seis horas da manhã e até às 10, 11 da noite. A miséria dos alcoólicos, que não conseguem chegar ao preço da vodka legal, todos andrajosos e meio cegos, doentes e mal-cheirosos, está bem presente nos rostos tristes e nos olhares vazios. Habituados à companhia de putas e seus clientes estrangeiros e barrigudos, é com um sorriso que estes meus novos amigos me recebem todos os dias e cumprimentam educadamente, que é muito mais do que as estúpidas das loiras endinheiradas conseguem articular.
Assim, triste e deprimida, é esta a companhia que tem animado os meus dias. Conversamos sobre os meus cães e fazemos piadas em russo mais-ou-menos ordinário. Eu primeiro finjo que não percebo,mas faço questão de dar uma gargalhada sonora quando passo a esquina da rua.
Ontem fiquei preocupada: com um Jipalhão da polícia à porta, pensei que a minha vizinha traficante tinha sido apanhada. Lá se me ia a companhia....Mas, afinal, verifiquei que não passava de mais uma visita dos senhores agentes da autoridade a uma rapariguita solteira que vive, também, no prédio. Essa, continua a ser um mistério: só lhe vejo os amigos (e são bastantes) nunca a vi sair ou entrar em casa. O prédio tem três andares e eu vivo no último. Podia fazer-se um filme: "A bêbeda, a puta e a diplomata", no fundo poderiam ser facetas da mesma pessoa. De qualquer das formas, já são facetas da mesma realidade.

17
Out 05
publicado por parislasvegas, às 01:47link do post | comentar
Cá estou, instalada já no meu novo apartamento soviet-style, mas (valha-nos isso) com espaço. Ontem cheguei à conclusão que nem com uma desinfestação profissional eu conseguiria alguma vez cozinhar naqueles utensílios e muito menos comer e beber naqueles copos, de modo que fui às compras "soviet-style" também: duas caçarolas pequenas, uma tigela para a sopa, um prato raso, duas chávenas para chá, um fervedor em inox e copos. Ainda me faltam talheres (tenho andado a usar de plástico, mas não me oriento com aquela merda) e umas colheres de pau.
Os cães estão melhores do que eu, adaptaram-se rapidamente à nova casa e mostram-se mais ferozes do que nunca com estranhos.Só espero não entrar em despesas e que não me mordam ninguém sem necessidade....
Passadas duas horas de luta com a merda da televisão, lá consegui ligar o DVD (que não deixei ir já para França), o que me livrou de mais uma noite a papar talk shows russos.
Vi os dois filmes dos "Anjos de Charlie" que eu agora só tenho cabeça para porrada e ficção-científica. Saravá aos realizadores que fazem estes filmes de merda e contribuem para a felicidade de gente a quem não lhes apetece pensar!
Hoje tenho a "Esfera" com o Dustin Hoffman e os "Aliens from the Deep" do James Cameron. Ando a ver se compro a colecção Tim Burton, pois não me importava de papar os filmes dele TODOS de seguida no fim-de-semana. Aquele "Cavaleiro sem Cabeça" foi um dos filmes que mais me fez rir em toda a minha vida.
Entretanto tenho coisas para contar em relação à vizinhança e outras aventuras surreais com a mudança e com os proprietários da outra casa, mas ando sem sentido de humor. A CM hoje não mora cá. Quando ela voltar, logo vos escreverá sobre essas coisas, daquela maneira irónica-trágico-sei-lá-o-quê que ela tem de expôr essas merdas. Hoje sou só eu, e estou triste. Isto há-de me passar, nem que seja a martelada de séries B de Hollywood...
Para quem não sabe, o meu Xano encontra-se, neste momento, a passar a fronteira para a Hungria, depois de ter feito cerca de 700 quilómetros ontem, dentro da Ucrânia. Diz que as pessoas da parte ocidental (os que falam só ucraniano - que prefazem a grande maioria dos residentes em Portugal) são tão simpáticas que, não estando habituado a isso, até estranhou. Ajudaram-no em todos os problemas que teve com o carro (direcção desalinhada depois de 300 quilometros de má estrada de montanha) e, muito embora apenas consiga comunicar com os locais em "broken russian" todos fazem imenso esforço para o entender e são hospitaleiros. Em todos os países ocorre este fenómeno, em que os naturais da Capital são sempre mais arrogantes e ligeiramente mais discriminatórios do que as gentes de cidades mais pequenas.
Vou dando notícias do percurso (agora Hungria, depois Áustria, finalmente Alemanha e França) e prometo que aviso quando o homem chegar a Paris.

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